| CICLO DO TURISMO |
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| As noites são animadas pelos bares com mesas nas ruas do centro histórico |
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Abandonados pelo governo estadual, os paratienses iniciaram um movimento para voltarem a fazer parte do Estado de São Paulo, na esperança de receberem mais atenção. Apesar de não haver alterado a jurisdição do município, essa campanha teve bastante repercussão na imprensa paulista, despertando o interesse pela cidade. |
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| No início do século XX libaneses de famílias como Salomão, Tabet, Assad, Harb, Capaz, Elias, Afifi, Gibraiu e Klink se estabeleceram na região comprando várias terras. Na década de 1950 com a abertura da estrada ligando Paraty à Cunha e na década de 1970 com a abertura do trecho da BR-101, ligando as cidades do Rio de Janeiro e Santos, deu-se o início do desenvolvimento turístico em Paraty. |
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| Em 1940 a população era de aproximadamente 3.570 habitantes. Vinte anos depois já era de 12.085, um aumento de 238,2%. O fornecimento de energia elétrica até meados da década de 1970 era feito por dois grupos geradores com um total de 170 HP, sendo 88% dos 350 consumidores residentes no centro histórico. |
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| Devido ao tombamento da cidade por motivos culturais e da mata em volta, por motivos ecológicos, Paraty está limitada para se expandir. O turismo parece ser sua vocação definitiva, podendo talvez ser complementado por outras atividades do setor terceário como por exemplo a prestação de serviços na área náutica e artística, como já ocorre. |
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