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LINHA DO TEMPO

 
1502 – a baía de Angra dos Reis é descoberta durante a segunda expedição portuguesa no Brasil
1554 - primeira notícia escrita de Paraty, vinda do alemão Hans Staden que esteve prisioneiro dos índios tamoios
1565 - Anchieta, acompanhado de expedição guerreira para combater os franceses e os índios tamoios em Uruçumirim (Rio de Janeiro), dorme na praia do Pouso ao sul de Paraty
1593 - doação da primeira sesmaria em Paraty, próxima ao rio Paraty-Mirim
1500
1532- Pero Vaz passa pela Ponta da Joatinga
1563 - o padre Anchieta passa duas ou mais vezes por Paraty tentando fazer um tratado de paz entre os portugueses e os índios tamoios
1573 - mercenários europeus a mando do Governador Antônio de Salema, fazem uma expedição de Cabo Frio até Paraty escravizando ou exterminando índios tamoios sobreviventes da batalha de Uruçumirim
1596 - uma expedição comandada por Martim Correa de Sá com “2.000 índios e 700 europeus” passa por Paraty com destino ao interior do país utilizando a trilha aberta pelos índios guaianases na serra de Paraty
1630 - João Pimenta de Carvalho chega em Paraty no dia dezesseis de agosto (Dia de São Roque) iniciando um povoado no atual morro do Forte
1646 - Maria Jácome de Melo doa parte de suas terras, entre os rios Perequê-Açu e Patitiba (atual Mateus Nunes) para a vila ali se estabelecer, com a condição de se respeitarem os índios que ali viviam ou passavam e que se construísse uma capela em louvor a Nossa Senhora dos Remédios
1667 - Paraty é oficialmente separada de Angra dos Reis com o nome de Villa de Nossa Senhora dos Remédios de Paraty
1695 - descoberta de ouro na região das minas gerais. Nessa época Paraty possuía o melhor acesso para as minas
 
1600
1630 - em quatro de outubro desse ano Maria Jácome de Melo recebe uma sesmaria de légua e meia de terras, cortadas pelo rio Perequê-Açu
1660 - os Capitães Domingos Gonçalves de Abreu e Jorge Fernandes da Fonseca levantam o pelourinho numa tentativa de independência de Angra dos Reis
1680 (aprox.) - a vila é atacada por piratas mas são repelidos pelos moradores
1701 - Carta Régia determina o fechamento do caminho baiano para as minas
1703 - Carta Régia determina a abertura das Casas do Quinto de Paraty e de Santos, fechando todas as demais
1710 - proibido o uso do caminho de Paraty para transporte do ouro
1713 - Carta Régia proíbe a presença de ordens religiosas em zonas auríferas ou nos seus caminhos
1720 - com a criação da Capitânia de São Paulo, Paraty passa para jurisdição dessa (em 1726 volta para a jurisdição do Rio de Janeiro)
1722 – construção da igreja da Santa Rita, feita pelos pardos libertos
1726 - aberto o Caminho Novo da Piedade, ligando por terra Rio de Janeiro a São Paulo. Até essa data o melhor caminho entre as duas cidades era o caminho marítimo/terrestre passando por Paraty
1757 - mudança da capela de Nossa Senhora da Conceição do Mamanguá para Paraty-Mirim
1787 - início da construção da atual igreja Matriz (terminada 86 anos depois)
1700
1702 - o governador do Rio de Janeiro torna obrigatório o uso do porto de Paraty para quem viesse das minas e complementa que pelo caminho baiano não se podia levar nenhuma mercadoria a não ser gado.
1710- piratas tentam invadir a vila, mas são novamente repelidos
1711- um exército de 580 paratienses comandados por Francisco Amaral Gurgel negocia a saída de 6.000 corsários franceses liderados por Renato Dugay Trouin que haviam tomado o Rio de Janeiro. O governador e o exército local haviam fugido da cidade.
1720 - construção da capela Nossa Senhora da Conceição, no saco de Mamanguá
1722 - com o título Descaminho do Ouro foi aberta uma devassa para apurar as responsabilidades do constante contrabando de metal precioso
1725 - construção da igreja de Nossa Senhora do Rosário, feita pelos negros
1726 - construção do primeiro cais de Paraty, provavelmente de pedras e na margem do rio Perequê-Açu
1763 - a capital do Brasil passa de Salvador para o Rio de Janeiro, aumentando o comércio entre Paraty e Rio de Janeiro
 
1800 - início do Ciclo do Café. Paraty era o porto utilizado para escoar o café do Vale do Paraíba
1813 - a Villa de Nossa Senhora dos Remédios de Paraty é enobrecida com o título de Condado
1844 - a vila é elevada à categoria de cidade
1851 - construção do Chafariz do Pedreira
1888 - Abolição da escravatura. Paraty dependia muito da mão de obra escrava, seja para as lavouras seja para manter aberto os caminhos pela serra
1800
1800 - construção da igreja Nossa Senhora das Dores, feita pela aristocracia
1808 - vinda da família real para o Brasil, dando um grande impulso no comércio de Paraty com Rio de Janeiro
1822 - início da construção da Santa Casa
1850 - Paraty possui mais de 150 alambiques para destilação de pinga, utilizada principalmente na troca por escravos
1870 - terminada a Estrada de Ferro D. Pedro II ligando o Vale do Paraíba direto ao Rio de Janeiro sem passar por Paraty. Início da decadência econômica da cidade
 
1928 - iluminação elétrica chega na cidade
1950 - aberta a estrada Paraty/Cunha, a primeira que permitia acesso a carro até Paraty
1970 - aberto o trecho da rodovia BR-101 ligando Rio de Janeiro a Santos, passando por Paraty. Início do desenvolvimento turístico
1900
1937 - tombamento da cidade pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
1968 - refeito o trajeto e melhorada a estrada Paraty/Cunha
1975 - correntes grossas impedem o acesso a carro dentro do centro histórico