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Nesta Página:
Onde Comer
Onde Ficar
Artesões e Artesanatos
Contato de Embarcações
Muitos são os epítetos para descrever o Saco do Mamanguá - fiorde tropical, berçário marinho, reduto tradicional de caiçaras, paraíso – mas somente a soma deles poderia dar a idéia completa do local.
Mamanguá é um braço de mar que entra em linha reta terra adentro, com oito quilômetros de extensão por um quilômetro de largura. Possui montanhas altas em ambos os lados e, ao fundo, em formato de bota, encontra-se o maior e mais conservado manguezal da baía da Ilha Grande.
Segundo o dicionário Aurélio, fiorde é um “golfo estreito e profundo, entre montanhas altas” o que poderia se enquadrar no caso do Mamanguá. Na Noruega, país onde a palavra fiorde (fjord) se originou, as montanhas dos fiordes terminam abruptamente no mar, diferente do Saco do Mamanguá, onde normalmente há uma estreita faixa plana antes da montanha atingir a água. Nessa faixa encontram-se pelo menos 30 praias permanentes (aquelas a quais a maré cheia não cobre) mais um número parecido de pequenas praias que ficam submersas na maré cheia.
Velejando pelo Saco do Mamanguá. (Foto: Sérgio Pinheiro)
O acesso ao Mamanguá se dá pelo mar ou por longas trilhas iniciando desde Paraty-Mirim ou Laranjeiras. Por mar, dista doze milhas (ou dezenove quilômetros) do centro histórico até a entrada do Saco (e mais oito quilômetros até o final). Esse fato torna demorado e, talvez cansativo, alugar uma baleeira para conhecer o local (as escunas normalmente não fazem esse roteiro por causa da distância), sendo mais recomendável alugar uma lancha desde Paraty ou um bote com motor de popa ou uma baleeira desde Paraty-Mirim (para isso deve-se ir de carro ou ônibus até a praia de Paraty-Mirim, onde esses barcos normalmente se encontram).
Além dos passeios pelas praias, o Saco do Mamanguá possui várias trilhas, das quais a trilha do Pão de Açúcar é uma das mais bonitas. A caminhada de aproximadamente uma hora levará a mais bela vista da região. Há também trilhas que partem de Laranjeiras e de Paraty-Mirim e outras que contornam o Saco do Mamanguá pela costa, passando pelas praias.
Um programa diferente é passear de caiaque pelo rio Cairuçu, localizado no fundo do Saco do Mamanguá. Na medida em que navega pelo rio, a paisagem gradativamente muda de mangue para floresta. O ponto alto do passeio é um mergulho na cachoeira (na verdade, uma piscina natural de água transparente) localizada a dez minutos de caminha após navegar com o caiaque por vinte minutos até o máximo possível, limitado por pedras.
Vista do fundo do Saco do Mamanguá a partir do pico do Pão de Açúcar. (Foto: Eduardo La Regina de Andrade )
Por ser um braço de mar, o Mamanguá está protegido das correntes marinhas e das ondulações maiores, possuindo uma temperatura de água superior às outras regiões. Essas características, aliada ao fato de haver um manguezal no seu fundo, faz do Mamanguá um berçário natural de peixes, crustáceos (especialmente camarões) e moluscos.
O Saco do Mamanguá é protegido por leis ambientais, estando ao mesmo tempo dentro da Reserva Ecológica da Juatinga e da Área de Proteção Ambiental do Cairuçu.
O fato de não existir estradas de acesso e, mesmo pelo mar, ser uma região mais afastada da cidade, manteve preservada a cultura caiçara. Entretanto, devido à diminuição da pesca e à exploração turística e imobiliária, representada pela presença de pousadas, restaurantes e casas de veraneio, essa cultura vem se alterando: a nova geração pouco conhece das tradicionais técnicas de pescas, construção naval, fabricação de redes e covos, medicina caseira, produção artesanal de farinha de mandioca e, músicas e danças como a ciranda e o marrafá. A maioria dos moradores locais (há pequenas vilas de pescadores, estando a maior delas localizada na praia do Cruzeiro) trabalha nas casas de veraneios. Alguns têm pequenos barcos para turismo, outros ainda vivem da pesca e, um número menor fazendo artesanato, como barquinhos em caixeta, uma madeira local de cor branco-palha, leve e macia ao corte, da espécie Tabebuia cassiniodes.
Pode-se dormir no Saco do Mamanguá hospedando-se em pequenas pousadas, alugando casas de veraneio (
www.acparaty.com.br) ou acampando em locais permitidos, limitados aos quintais das casas dos moradores, normalmente de frente para a praia. Há três ou quatro restaurantes caiçaras com excelente comida (peixe fresquíssimos) em alguns pontos Mamanguá.
Barco de pesca passando pela praia do Cruzeiro. (Foto: Sérgio Pinheiro)
Onde Comer
Restaurante do Orlando e Maria
Localização: Saco do Mamanguá - Praia do Cruzeiro
Telefone: (24) 9916-3532 (Orlando)
Descrição: restaurante na Praia do Cruzeiro, onde inicia a trilha para o Pão de Açúcar. Antes de
fazer a trilha pod e-se encomendar o almoço. O Orlando possui uma embarcação para buscar
clientes na Praia de Paraty-Mirim.
Restaurante do Zizinho
Localização: Saco do Mamanguá - Comunidade Ponta do Leão
Telefone: (24) 9907-6045 (Zizinho)
Descrição: restaurante em costeira, com vista para o morro do Pão de Açúcar. Possui píer para
acesso por embarcações. O Zizinho é um dos moradores mais antigos do Mamanguá e gosta de
uma boa prosa.
Restaurante do Dadico ou Bar das Ostras
Localização: Saco do Mamanguá - Comunidade Pontal da Romana
Telefone: (24) 9818-9524 (Dadico)
Descrição: restaurante em costeira,ao lado de uma pequena praia. Costuma ter ostras frescas.
Pousada e Restaurante Eco Lodge
Localização: Saco do Mamanguá - Praia Grande
Telefone: (11) 4063-8242 | (21) 4063-9024 |
www.mamangua.com.br
Descrição: restaurante e pousada na Praia Grande do Mamanguá, com píer para embarcações.
O chef Carlos prepara pratos a base de frutos do mar da região e, também, pratos vegetarianos
e naturais.
Restaurante do Maneco
Localização: Saco do Mamanguá - Praia do Cruzeiro
Telefone: (24) 9961-9107 (Maneco)
Descrição: ---
Restaurante da Dona Gracinha e Juray
Localização: Saco do Mamanguá - Comunidade do Regato
Telefone: (24) 9832-9204
Descrição: não está localizado a beira do mar, acesso apenas por trilha. Normalmente utilizado
por quem está fazendo as trilhas entre Laranjeiras e Paraty-Mirim ou passeando de caiaque.
Comida feita no fogão a lenha.
Onde Ficar
Pousada Mamanguá Eco Lodge
Site: www.mamangua.com.br
Localização: Praia Grande do Mamanguá
E-mail: contato@mamangua.com.br
Telefone: (11) 4063-8242 | (21) 4063-9024
Chalés da Lenira
Site: ---
Localização: Praia Grande do Mamanguá
E-mail: lenirabandeirademello@gmail.com
Telefone: (11) 3675-6630 | (11) 6190-2324
Refúgio Mamanguá
Site: www.sacodomamangua.com
Localização: Saco do Mamanguá
E-mail: contato@sacodomamangua.com
Telefone: (24) 3371-1951 | (24) 9956-9995
Casa com Quatro Dormitórios (Duas Suítes)
Site: ---
Localização: Saco do Mamanguá
E-mail: renata_carneiro@terra.com.br
Telefone: (11) 9658-0597 | (11) 3759-0384
Casa com Três Dormitórios (Uma Suíte)
Site: ---
Localização: Saco do Mamanguá
E-mail: ffantinatti@hotmail.com
Telefone: (19) 9604-6554 / (19) 3884-8112
Artesões e Artesanatos
Os artesões do Mamanguá são especializados em entalhe em madeira caixeta (árvore nativa)
transformando-as em canoas, barcos, remos, gamelas e outros utensílios domésticos. Há
também trabalhos em cestarias e artigos de palha.
Benedito Mathilde Santos (Dito): Oferece aulas de artesanarto. Localizado na Comunidade di
Baixio. Telefone (24) 9819-8487
Benedito Rita (Preá): Localizado na Comunidade do Cruzeiro. Telefone (24) 9841-3365 | (24)
3371-1646
Dadico: Localizado na Comunidade do Pontal. Telefone (24) 9818-9525
Maria das Graças, Gildo e Gilson: Oferece aulas de artesanato. Localizado na Comunidade do
Regato. Telefone: (24) 9832-9204
Reni Conceição: Localizado na Comunidade Currupira. Telefone: (24) 9971-9823 | (24) 9907-
3503
Contatos de embarcações para o Saco Mamanguá e Pouso
da Cajaíba, saindo da praia de Paraty-Mirim
Akipesca
Nome do Barco: Akipesca
Nome do Piloto: Orlando
Capacidade de Passageiros: 15
Telefone: (24) 9916-3532
Leonardo
Nome do Barco: Leonardo
Nome do Piloto: Ademir
Capacidade de Passageiros: 14
Telefone: (24) 9825-6814 | (24) 9944-1281 | (24) 9825-6812
Denise
Nome do Barco: Denise
Nome do Piloto: Irineu
Capacidade de Passageiros: 11
Telefone: (24) 9901-1091 | (24) 9901-1891
Outros Barcos
Barco: pequena baleeira
Nome do Piloto: Maurício
Capacidade de Passageiros: 8
Telefone: (24) 9997-5734 |
Barco: bote com motor de popa de 15 hp
Nome do Piloto: Lucas
Capacidade de Passageiros: 4
Telefone: (24) 9995-9135 |
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Barco: traineira
Nome do Piloto: Juninho
Capacidade de Passageiros: 10
Telefone: (24) 9841-6459 | 9954-2229 |
Barco: traineira
Nome do Piloto: Licínio ou Valdemir
Capacidade de Passageiros: 14
Telefone: (24) 9916-7028 | (24) 9993-6201 |
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Barco: traineira
Nome do Piloto: Dico
Capacidade de Passageiros: 12
Telefone: (24) 9819-8487 | 9989-8852 |
Barco: traineira
Nome do Piloto: Ney, Nerildo ou Valdeir
Capacidade de Passageiros: 14
Telefone: (24) 9822-2502 |9858-4853 |
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Barco: traineira
Nome do Piloto: Zélio
Capacidade de Passageiros: 8
Telefone: (24) 9904-4642 |9925-8494 |
Barco: traineira
Nome do Piloto: Ozeia
Capacidade de Passageiros: 7
Telefone: (24) 9913-5261 |
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Barco: traineira ou bote c/ motor popa 30 hp
Nome do Piloto: Renato
Capacidade de Passageiros: 9 (ou 5 no bote)
Telefone: (24) 9941-8894 | 9217-7901 |
Barco: traineira
Nome do Piloto: Ary
Capacidade de Passageiros: 10
Telefone: (24) 9901-1760 |
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Barco: baleeira
Nome Piloto: Valdir
Capacidade de Passageiros: 10
Telefone: (24) 9906-8114 | (24) 9995-7866 |
Barco: traineira
Nome do Piloto: Aristides
Capacidade de Passageiros: 10
Telefone: (24) 9901-1760 | (24) 9814-4744 |
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Barco: baleeira
Nome do Piloto: Rogério
Capacidade de Passageiros: 10
Telefone: (24) 9969-4370 |9825-4941 |
Barco: traineira
Nome do Piloto: Luis
Capacidade de Passageiros: 10
Telefone: (24) 9822-4164 | 9841-3067 |
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Barco: baleeira
Nome do Piloto: Zé
Capacidade de Passageiros: 5
Telefone: (24) 9947-5292 |
Barco: baleeira
Nome Piloto: Mooca ou Valmore
Capacidade de Passageiros: 8
Telefone: (24) 9272-5165 | 9953-2091 |
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